Um top “5” parece algo meio raquítico, mas à medida que a idade avança e o preço dos jogos também (R$ 150,00 por uma “versão HD” de um jogo do PSP é dose, hein Square?), não dá pra sair jogando tudo que aparece.

Com isso, deixo claro que essa lista é inteiramente pessoal e completamente restrita ao console que possuo (PS4), por isso alguns títulos que eu adoraria ter jogado esse ano – *cof, cof* Rise of the Tomb Raider *cof, cof* – terão que esperar até 2016.

Então, do quinto até o primeiro lugar, segue a lista:

5º – Until Dawn

Jogos story driven estão virando febre. Nada de porradaria e horas planejando estratégias, a diversão está por conta do roteiro e das escolhas que seu personagem faz.

Until Dawn segue o barco e não oferece nada novo no quesito jogabilidade. Inclusive, peca no mesmo erros de jogos similares: vendem a ideia de que a menor das decisões influenciam o final da história, mas logo se vê que apenas alguns momentos chaves definem o curso de tudo.

Ainda assim, a diversão é garantida quando se tem uma boa história se desenrolando. Until Dawn não é um primor de roteiro, mas faz uma bela homenagem aos clássicos de teen horror dos anos 80/90, então a diversão é garantida.

4º – Her Story

Uma tela de computador que lembra o saudoso (ok, nem tanto…) Windows 3.1, cerca de 4 ícones na área de trabalho e um programa aberto. Com apenas essa interface, o jogador precisa desvendar um crime.

Na base de dados da polícia é possível ter acesso ao depoimento completo de uma mulher e ouvir sua história. A diferença é que ele está todo dividido em blocos e o sistema só consegue mostrar apenas 5 por vez. É preciso ir montando o quebra-cabeças de depoimentos e descobrir palavras-chaves mais específicas para ter a acesso a trechos importantes e solucionar o mistério.

3º – Tales of Zestiria

Existe algo que me fascina nos JRPG’s, os RPG’s japoneses, talvez seja a estética dos personagens, a física impossível, a incrível mistura de infantil com adulto, ou talvez tudo isso.

A série Tales of (Vespertia, Graces, Xillia, etc) chega com mais um jogo e sempre aprimorando o que fez nos anteriores. Não existe nenhuma revolução gráfica ou de jogabilidade, mas a boa e velha exploração e o lutar com monstros à exaustão para subir de nível.

Tudo ainda recheado por ótimas peças de anime que ajudam a contar a história.

2º – Life is Strange

A história de Max Caulfield já foi objeto de uma análise bem mais aprofundada aqui no site, que você pode conferir clicando aqui.

Com uma trilha sonora excelente, uma arte bem caprichada, Life is Strange cativa logo nos primeiros minutos de jogo. É item quase obrigatório para quem curte games.

1º – The Witcher 3: Wild Hunt

Enquanto fiz um review inteiro para Life is Strange, não escrevi absolutamente nada para Witcher 3, mas isso tem uma boa razão: estava jogando.

Com um mundo aberto enorme, um lore indescritível e um primor gráfico de cair o queixo, a terceira aventura de Geralt de Rívia é quase impossível de largar.

Particularmente tenho problemas em retornar a um jogo após tê-lo completado, a não ser para conquistar mais troféus na Playstation Network. Não foi o caso com Witcher 3, pois eu retornava ao jogo apenas para vagar pelo mundo e descobrir locais até então inexplorados.
Recentemente, inclusive, foi lançada a expansão “Hearts of Stone” que também rendem horas a mais de diversão.

Tamanho foi meu fascínio com o jogo e a história, que comprei a coleção de livros que serviu de base para o jogo.


Ainda vale destacar, mas sem entrar na lista:
The Order: 1886 (visual excepcionalmente lindo, mas tem a duração de um DLC);
Bastion (somente em 2015 chegou para o PS4, mas o jogo em si é de 2011);

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