Em busca das novidades que arrastam multidões, a mídia nacional sempre descobre algo de novo na cultura evangélica nacional. Esta semana foi a vez da revista Veja observar o movimento do “indie gospel”, que tem tomado forma no Brasil nos últimos 7 anos com mais força.

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Apesar de boa parte dos artistas listados não serem exatamente independentes (muitos têm contratos com o selo gospel da Sony Music), de alguma forma eles transitam em uma espécie de circuito paralelo ao das estrelas evangélicas. Nomes como Os Arrais, Loop Session +  Friends (com Leonardo Gonçalves), Rodolfo Abrantes e Oficina G3 aparecem como referências nesse universo. É bastante evidente que alguns desses nomes já se posicionaram como não-gospel, o que gera um pequeno contra-ponto à própria matéria. Mas nada que prejudique a leitura, que avalia o cenário de forma positiva (especialmente no quesito “estes caras vão contra a maré”)

E se é pra falar de avaliação positiva, também vale uma conferida no post do blog de Sérgio Martins. O jornalista é um dos maiores nomes do jornalismo cultural brasileiro e destacou em sua página, junto à repórter Raquel Carneiro, nomes que se destacam nesse indie gospel:

“Ao invés de falar diretamente sobre Deus e Jesus, eles usam metáforas para professar a sua fé e assim ganhar o maior número de ouvintes. E, sinceramente, poderiam tocar tranquilamente nas rádios populares – seculares, se preferirem – caso não houvesse má vontade em relação à música religiosa” – Sérgio Martins em seu blog na Veja.

Quando foi a última vez que você viu alguém, em tese de “fora da igreja”, elogiando a qualidade musical de artistas de confissão cristã?