Não vamos fazer coro com a ideia de 2015 é um ano a ser esquecido. Com todas as suas tempestades, o ano que se encerrou também teve suas brisas, bons frutos e tortas de chocolate. Chocolate é sempre bom, né?

Infelizmente, estamos certos de que no reveillon, Cunha, Temmer e Roussef não vão se abraçar se perdoando e se comprometendo com o avanço do país. Infelizmente, o ISIS não está prestes a se entregar e largar tal ódio. A gente sabe que a inflação não se reduz sozinha, pulando ondinhas na praia, muito menos o dólar. Samarco e Vale não estão comprometidas de verdade em abraçar a dor das famílias de Mariana e região.

“Não vamos fazer coro com a ideia de que 2015 é um ano a ser esquecido”

Também temos a sensação de que 2015, para muitos, foi um ano de redescoberta de identidades. Em inúmeras esferas de influência, grupos se uniram em palavras de ordem contra o preconceito, desigualdades e o direito de pensar como querem e sentem que se identificam. Minorias descobriram novas formas de representação no mundo digital e lutaram contra desafios antigos. Os atritos destas transições ficaram evidentes e muita gente ficou confusa.

Os 3 posts mais acessados do catavento* em 2015 evidenciam bem tudo isso. O primeiro deles é sobre meritocracia, tema que foi frequente em discussões sobre o avanço do Brasil; o segundo levanta temáticas mais relevantes para o evangélico brasileiro se preocupar; o terceiro fez uma carta para o escritor e humorista Gregório Duvivier, tentando explica-lo algumas coisas sobre a carta que ele fez para um pastor evangélico.

Em anos 2015, vale lembrar de Paulo: “Estamos soterrados de problemas, mas não desmoralizados; não sabemos direito o que fazer, mas sabemos que Deus sabe o que fazer; estamos espiritualmente aterrorizados, mas Deus não nos abandonou; caímos, mas não estamos derrotados” (2 Cor. 4:8-9, A Mensagem).

editorial2016_1

Este pode não ser o ano mais desafiador da sua vida, mas foi exatamente isso pra muita gente. E se um dia todo mundo terá seu grande desafio, nos resta acreditar que vale a pena sempre seguir em frente. Olhando para os céus e vendo os tempos avançarem, não como alguém que apenas “deixa o mundo girar”, mas se esforça para a mudança acontecer o tempo todo. Em si, no seu mundo.

Seguimos encontrando a esperança na Estrela da Manhã, como cataventos que buscam discernir os tempos, colorir e inspirar quem nos cerca.

Em 2016, sejamos cataventos a girar pela Esperança.


 

“Eu encontrei vida, eu encontrei riso.
No perdão, encontrei descanso.
Nos ombros da redenção,
encontrei esperança
quando a esperança estava morta.
(…)

“Meus olhos estão abertos,
Meu coração está batendo
Meus pulmões estão cheios
E meu corpo está respirando
Estou seguindo em frente
Eu encontrei a liberdade
Eu encontrei a vida
Que me deu razão para viver”

(Colony House – Moving Foward)

https://www.youtube.com/watch?v=KMioT5A-5xM

 

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