Neste sábado, 30 de janeiro, se comemora o Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos, data que é celebrada pelo país com vários eventos da área. O formato tem despontado como nunca no Brasil, especialmente entre publicações independentes ou de editoras de pequeno porte. Os “grandes nomes” da área não são mais apenas os quadrinistas que exportam seus trabalhos para Marvel e DC, mas também os que publicam trabalhos autorais aqui: Shiko, Lu e Vitor Cafagi, Fábio Moon e Gabriel Bá.

Para celebrar a data, o catavento* selecionou HQs contemporâneas brasileiras que servem para você conhecer o formato e, quem sabe, se apaixonar. São títulos que trabalham temáticas inspiradoras sobre quem somos e como é nosso país.  Acompanhe notícias e críticas sobre o universo clicando aqui.

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Astronauta: Magnetar, de Danilo Beyruth

O selo Graphic MSP, que atualiza o universo de Maurício de Souza para o público jovem-adulto, é um dos maiores feitos dos quadrinhos nacionais. A HQ feita por Danilo Beyruth é uma das mais representativas deste marco, renovando o personagem Astronauta para um clima de ficção científica ao estilo Arthur C. Clark.

 

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Daytripper, de Fábio Moon e Gabriel Bá

Vencedores de prêmios internacionais, os brasileiros Moon e Bá constroem uma narrativa única, onírica e metafísica sobre o que significa viver, morrer e pensar sobre sua existência. Um homem que escreve obituários descobre mais sobre seus “personagens” a cada dia.
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Desengano, de Camilo Solano

Apadrinhado por ninguém menos que Robert Crumb, Solano desenvolve uma narrativa com elementos autobiográficos e humor situacional. Cronista da própria vida, o autor transborda sua simpática timidez em cada página.

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O Azul Indiferente do Céu, de Shiko

O nome mais expoente do quadrinho nacional traz, neste conto rápido, seu olhar realista e político sobre uma história que realmente aconteceu. Shiko desenha como poucos e transmite expressões em seus desenhos que vão além do que conhecemos neste universo de quadrinhos.

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Pétalas, de Gustavo Borges

O jovem prodígio Gustavo Borges foi recordista no Catarse levantando um valor 1000% maior que o solicitado para esta publicação. Seu talento em contar uma história singela e cheia de carisma fica evidente em cada página, que ganha cores de Chris Peter. Leia nossa resenha.

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Sábado dos Meus Amores, de Marcelo Quintanilha

Se o Brasil é o país de grandes cronistas, Quintanilha é o nome mais expressivo do que pode ser uma adaptação do gênero para a arte sequencial. Sábado dos Meus Amores é uma coletânea de histórias curtas retratando o Brasil e seu povo em camadas e traços que se revelam pouco a pouco e não se apresentam totalmente na primeira leitura.

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Quiral, de Eduardo Damasceno e Luiz Felipe Garrocho

Dupla que também despontou através do selo Graphic MSP (Bidu: Caminhos), Damasceno e Garrocho tem um chão no cenário independente e a força das suas narrativas fica evidente na fantasia Quiral. A história sobre pescadores que vão atrás de um monstro do mar para manter um povoado é de uma fluência ímpar.

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